Meia Noite


Fortes badaladas. Meia noite em ponto.
Meu corpo estremece pela extensa agonia
Do silêncio que ensurdece a madrugada fria
E a solidão nefasta de fantasmas em confronto.


Ventos assobiam produzindo terrível pânico
Fecundados pelo piscar das luzes gripadas,
No choro da criança que desperta lívida e atormentada
Tem-se o medo desenvolvido por um frenesi titânico.


Na neblina que baila sobre nuvens escuras
Desponta-se a fobia que o desenho depura
Diante do cintilar de estrelas que estão tristes...


Temperatura que congela sonhos ainda persistentes
De um orvalho noturno em que nada é transparente
E fecundam devaneios de uma realidade que não existe!



Autor: KaiiqueTricolor ~ Um blog dedicado a compartilhar a beleza das palavras através de poesias que emocionam e inspiram.

Artigo Meia Noite Este artigo foi publicado por KaiiqueTricolor No dia sexta-feira, outubro 19. Espero que esta poesia seja útil. Agradecemos pela sua visita, fique à vontade para deixar um comentário. Já há 0 comentários: na postagem Meia Noite