O extinto medo, extinto.

as palavras estão distintas,
e evaporam de minha mente.
os versos são cretinos,
que dilacera meu subconsciente!

Oque sua alma esta tentando tragar?
e o brilho da eternidade manchar,
um coração inocente machucar,
e o resto que jaz dessa vida amaldiçoar.

qual sera seu preço para aceitar, ou melhor qual a pagar...
e se pagar ? o quão distante de seus amigos e sua família se afastara!
uivando sozinho como um cão sem dono,
parado nas esquinas, observando o brilho das estrelas como um alcoólico mordomo!

o resto do pouco de saúde que nos resta é viver!
não deixe os sonhos levar você, pois há meses estive em lugares que mau posso descrever...
encha tuneis de vinho, e saciem minha sede, abasteça os copos de meus vizinhos e os aliene .
de a cada um o gosto do pecado local,
não os deixem se sentirem mau, sorria, acene e de tchau.

descubra os medos mortais, usaremos contra esses animais,
apague a luz do céu, e deixe que o instinto os torne seu próprio réu. 

Autor: KaiiqueTricolor ~ Um blog dedicado a compartilhar a beleza das palavras através de poesias que emocionam e inspiram.

Artigo O extinto medo, extinto. Este artigo foi publicado por KaiiqueTricolor No dia sexta-feira, agosto 14. Espero que esta poesia seja útil. Agradecemos pela sua visita, fique à vontade para deixar um comentário. Já há 0 comentários: na postagem O extinto medo, extinto.
 

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